A necessidade da higienização das mãos pelos profissionais de saúde e a luta para que ela aconteça sempre, de forma natural e ao mesmo tempo comprometida, não é novidade.
Campanhas acontecem diariamente nas instituições de saúde para a consolidação da higienização das mãos como um hábito.
E como a ideia da internet das coisas pode ajudar nesse assunto??
Não vou me aprofundar sobre o tema "Internet das coisas", porque não sou especialista nesse assunto. Tive uma aproximação ao tema quando realizei, no doutorado, a disciplina "Comunicação Digital e Educação a Distância" (ECA - Escola de Comunicação e Artes da USP) na qual tivemos como tarefas refletir sobre o assunto e desenvolver um projeto de utilização destas tecnologias em nossa área de atuação.
Basicamente a "Internet das coisas" se refere a revolução tecnológica que visa proporcionar uma conexão de itens que usamos no dia a dia com a rede mundial de computadores.
E é aí que entramos no assunto do post: já existem sistemas que ajudam os profissionais da saúde a se lembrarem de higienizar as mãos diante de situações que a requerem.
O que vou mostrar aqui, não usa necessariamente a Internet das coisas e sim ondas de rádio, mas o objetivo aqui é refletir sobre a ideia.
O Hospital Israelita Albert Einstein já possui tal sistema, e funciona da seguinte maneira:
- Existe um sensor no dispensador de álcool gel no quarto de cada paciente.
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| Fonte: Curso Aberto - Feedback Loop - Hospital Israelita Albert Einstein |
- Quando um profissional da saúde entra no quarto, esse sensor identifica sua presença e faz com que uma luz de led vermelha (na cabeceira do paciente) se acenda, lembrando que aquele profissional precisa higienizar as mãos.
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| Fonte: Curso Aberto - Feedback Loop - Hospital Israelita Albert Einstein |
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| Fonte: Curso Aberto - Feedback Loop - Hospital Israelita Albert Einstein |
- Essa identificação é possível, pois cada profissional possui um crachá (também com um sensor). Assim que o profissional higieniza as mãos, a luz de led passa de vermelha para verde.
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| Fonte: Curso Aberto - Feedback Loop - Hospital Israelita Albert Einstein |
Nossa, fiquei encantada!!! Os profissionais contam que a adesão a higienização das mãos cresceu muito e o sistema foi bem aceito por profissionais e pacientes.
O sistema não identifica o profissional, apenas identifica que ele ainda não higienizou as mãos. Se por acaso o profissional sair do quarto e voltar, o sistema será acionado novamente.
É interessante ver como a inovação tecnológica pode ajudar em várias áreas e também na saúde. Pena que trata-se ainda de uma tecnologia cara e que poucas instituições podem adotá-la. E eu já sonhando com o futuro...
Minha intenção é refletirmos sobre a importância da incorporação de tecnologias no nosso dia a dia, e também no dia a dia do trabalho.
Quando falamos em tecnologia na área da saúde é comum pensarmos em recursos diagnósticos, mas precisamos pensar também que a tecnologia pode ser utilizada em tarefas mais simples, com vários objetivos: precisão, otimização de tempo, enfim.
É importante o profissional da saúde se unir a profissionais de outras áreas, como por exemplo a engenharia e a ciência da computação, a fim de pensar modos de unir seus conhecimentos. Geralmente quem está dentro das instituições de saúde conhece melhor a problemática nela existente e pode colaborar no desenvolvimento de novos produtos.
Para saber mais sobre este dispositivo e a experiência de uso pelo Hospital Albert Einstein é só fazer o curso aberto (Higiene das mãos - projeto Feedback Loop) disponibilizado pela instituição em
http://www.einstein.br/
Esta é a minha opinião. Você concorda? Não? Então deixe a sua opinião e vamos conversar sobre o assunto.
Débora
Obs.: Gostaria de esclarecer que não há nenhum tipo de conflito de interesses com esta postagem. Apenas fiz o curso no portal do Einstein, refleti sobre o assunto e decidi compartilhar.
O sistema não identifica o profissional, apenas identifica que ele ainda não higienizou as mãos. Se por acaso o profissional sair do quarto e voltar, o sistema será acionado novamente.
É interessante ver como a inovação tecnológica pode ajudar em várias áreas e também na saúde. Pena que trata-se ainda de uma tecnologia cara e que poucas instituições podem adotá-la. E eu já sonhando com o futuro...
Minha intenção é refletirmos sobre a importância da incorporação de tecnologias no nosso dia a dia, e também no dia a dia do trabalho.
Quando falamos em tecnologia na área da saúde é comum pensarmos em recursos diagnósticos, mas precisamos pensar também que a tecnologia pode ser utilizada em tarefas mais simples, com vários objetivos: precisão, otimização de tempo, enfim.
É importante o profissional da saúde se unir a profissionais de outras áreas, como por exemplo a engenharia e a ciência da computação, a fim de pensar modos de unir seus conhecimentos. Geralmente quem está dentro das instituições de saúde conhece melhor a problemática nela existente e pode colaborar no desenvolvimento de novos produtos.
Para saber mais sobre este dispositivo e a experiência de uso pelo Hospital Albert Einstein é só fazer o curso aberto (Higiene das mãos - projeto Feedback Loop) disponibilizado pela instituição em
http://www.einstein.br/
Esta é a minha opinião. Você concorda? Não? Então deixe a sua opinião e vamos conversar sobre o assunto.
Débora
Obs.: Gostaria de esclarecer que não há nenhum tipo de conflito de interesses com esta postagem. Apenas fiz o curso no portal do Einstein, refleti sobre o assunto e decidi compartilhar.





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