11 de jun. de 2016

RESUMO - MED. ANTROPOMÉTRICAS E SINAIS VITAIS

Olá pessoal da enfermagem...

Deixei lá no material resumo sobre Medidas Antropométricas e Sinais Vitais.

Abraços...

Débora

4 de mai. de 2016

ANAMNESE - COLETA DE DADOS

Oi pessoal da enfermagem...

Nosso assunto da semana é Anamnese/Entrevista, então deixo para vocês um vídeo do meu querido amigo enfermeiro Marcelo Chanes, que tem no youtube um canal dedicado a falar sobre a SAE (Sistematização da Assistência de Enfermagem).


CURSOS ABERTOS EINSTEIN

Oi pessoal...

Passando por aqui pra deixar o link de acesso aos Cursos Abertos do Hospital Israelita Albert Einstein.

Gratuitos, totalmente online e com certificado, os cursos são direcionados à toda equipe multiprofissional. Vocês encontrarão temas como:


  • Higienização das mãos
  • Segurança do paciente
  • Procedimentos como Sondagem vesical, punção venosa
  • Casos clínicos
  • Cálculo de medicação
  • Exame físico / Anamnese


bj

Débora

8 de abr. de 2016

Humanização no atendimento



Dicas de como oferecer um cuidado mais humanizado - Elaboradas pelos estudantes de Enfermagem - Módulo Vigilância em Saúde.




  • Receba o paciente de forma acolhedora.
  • Apresente-se ao paciente.
  • Apresente a Unidade e os outros pacientes ao paciente recém admitido.
  • Trate-o sempre pelo nome e não se refira a ele, mesmo em conversa com a equipe, utilizando número do quarto ou doença.
  • Oriente o cliente/paciente sobre todo e qualquer procedimento a ser realizado.
  • Esclareça quais são os direitos e deveres do cliente/paciente na unidade de saúde.
  • Não foque apenas na patologia e leve em consideração todo o contexto social e cultural em que o cliente/paciente está inserido.
  • Tente solucionar todas as necessidades do paciente que estiverem ao seu alcance.
  • Dialogue com o paciente buscando ter mais contato com ele, de forma solidária, para solucionar seus problemas.
  • Respeite a individualidade e privacidade do cliente.
  • Envolva o paciente e sua família em todas as etapas do tratamento, dando-lhes poder de decisão.
  • Mantenha as informações referentes ao paciente e seu tratamento em sigilo.
  • Permita, sempre que possível, que alguns hábitos e gostos do paciente sejam respeitados: horário do banho, hábitos relacionados à sua crença, horário de alimentação.
  • Preste sempre o melhor atendimento, com qualidade, respeito,  construindo uma relação de confiança.
Lembre-se que uma equipe terá melhor condições de atender o paciente de forma humanizada se a humanização também ocorrer entre seu membros. Assim:

  • Promova a humanização da equipe para bom atendimento ao paciente.
  • Promova qualificação dos profissionais para que possam prestar uma assistência de qualidade.
  • Promova um ambiente de trabalho agradável em relação ao relacionamento interpessoal, limpeza do ambiente, acústica, remuneração adequada, etc.

Estudantes: Efrem do Amaral, José Mansueto, Artur Bonaldo, Josabel Nunes, Admar Rosa Santos, Bárbara Festa, Cristiane Valencia, Danielle Nascimento, Efigenia Gonçalves, Fabiana Santos, João Gabriel Carvalho, Pamella Breni, Jaira Luisa, Ellen Fernandes, Felipe Moraes, Gabriel Henrique Moreira, Mayane Gregório, Tatiane Araújo, Vivian Ferreira, Larissa Nepomucena e Jaqueline Ferreira.

Texto de apoio: Ferreira, J. A.; Araújo, G. C. Humanização na Saúde: uma análise dos sentidos na óptica do trabalho cotidiano. Textos & Contextos (Porto Alegre) 2014, 13(1).

TRABALHO EM EQUIPE



Dicas de como trabalhar em equipe - elaboradas pelos estudantes de Enfermagem - Módulo Vigilância em saúde.





É importante lembrar que o trabalho em equipe envolve o alcance de um objetivo comum.

  • Mantenha uma comunicação clara e efetiva.
  • Seja justo na divisão de tarefas. 
  • Compartilhe responsabilidades e informações.
  • Pense sempre no coletivo. 
  • Colabore com seus colegas visando o objetivo do grupo.
  • Respeite a hierarquia e o espaço de cada um dentro da equipe.
  • Se coloque no lugar do outro.
  • Mostre seu ponto de vista e sempre ouça o ponto de vista do outro.
  • Esteja aberto a novas ideias e críticas.
  • Não exponha o companheiro de trabalho.
  • Aprenda a administrar os conflitos.
  • O líder deve conduzir e coordenar o trabalho produzido pela equipe.
  • Mantenha o diálogp dentro da equipe com vistas a atender as necessidades do paciente.
  • Mantenha a ética profissional


Estudantes: Hevandro Teles, José Fernando Macena, Alexandre de França, Maria de Lourdes de Souza, Alice da Silva, Elizabeth Raquel, Kelly Alves, Vera Lúcia Cabral, Giovanna de Oliveira, Juliana Eller, Felipe Pinheiro dos Santos, Elen da Silva, Rafaela Santana, Gustavo Santos da Silva, Izabella Souza Silva, Gisele da Silva, Vitória Clemente, Jéssica Santos, Débora de Matteis, Lucas Veleda, Fernando de Andrade e Gileusa Brito.

Texto de apoio: Peduzzi, M.; Ciampone, M. H. T. Trabalho em equipe e Processo grupal. In: Kurcgant, P. (org.) Gerenciamento em Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.


COMUNICAÇÃO

Dicas de como se comunicar de forma efetiva - Elaboradas pelos estudantes de Enfermagem - Módulo Vigilância em Saúde.



  • Passar informações de forma clara e objetiva.
  • Se concentrar ao passar as informações, evitando distrações.
  • Comunicar-se de forma respeitosa e confiante.
  • Ter postura corporal e expressão facial adequadas ao passar as informações (Expressões faciais ou gestos que demonstrem indiferença ou insegurança pode fazer com que o receptor deixe de nos ouvir.)
  • Não utilizar português erudito ou palavras rebuscadas.
  • Usar vocabulário adequado de forma coerente, nítida e específica de acordo com o entendimento de cada cliente/paciente.
  • Ter certeza de que tudo que foi falado e explicado ficou claro - tirando dúvidas que possam surgir (Perguntar quanto a dúvidas.)
  • Transmitir através das palavras confiança e respeito, formando relações.
  • Colocar-se no lugar das pessoas (empatia) que participam do diálogo traz um julgamento mais correto da situação e evita desentendimentos.
  • Compreender de forma ética e social a situação do paciente.
  • Respeitar a diversidade cultural.
  • Ouvir e dar atenção ao que o outro tem a dizer.
  • Ouvir com atenção a dúvida ou reclamação do paciente.
  • Saber ouvir e ouvir menos seletivamente.
  • Ter sensibilidade para discernir a linguagem corporal do próximo.
  • Ter flexibilidade para diversas situações.
  • Ter um olhar holístico.
  • Se adaptar as pessoas e situações ao passar as informações.
  • Criar vínculos com o paciente (Obter a confiança dos interlocutores é fundamental para uma conversa mais fluida. As informações compartilhadas se tornam mais confiáveis, o que enriquece a comunicação).
  • Primeiro entender para depois ser entendido.
  • Autoavaliar-se em relação a comunicação (Cada pessoa traz uma barreira em relação a comunicação, assim autoavaliar-se é a forma mais eficaz para conseguir desenvolver estratégias para transpor estas barreiras).

Estudantes: Aparecida de Vasconcelos; Deivid Marques; Arnaldo Alves; Anderson da Conceição; Juliana Aparecida Nunez; Vivian Fernanda; Amanda Delgado; Juliana Gonçalves; Leandro Paixão; Andreia Gomes; Alexandre Roque; Evelyn Medeiros; Luciane Valencia; Gabriel da Cunha; Elias Reis; Erik Silva; Ana Silva; Aryane Bianca; Ivone de Oliveira; Jenyffer Meireles; Amanda Fernandes; Kenia de Oliveira; Maria das Graças Veras e Brenda Simplício.

Bibliografia de apoio:
Silva, M. J. P. "Ela volta todo dia. O que ela quer?": comunicação na atenção primária à saúde. In: Santos, A. S.; Miranda, S. M. R. C. Enfermagem na gestão em atenção primária à saúde. Barueri, SP: Manole, 2007.